*Errata.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Miss Jane
*Errata.
SomoS
A Somos levou a sério a expressão "entrada triunfal". Caminhando alguns metros até o local do evento fazendo uma barulheira infernal com tambor e até uma gaita-de-foles (!!!) entre outros instrumentos, os meninos chamaram a atenção de todos os presentes, dentro e fora da "casa de shows", atenção essa que ficou mantida durante o decorrer da apresentação. A banda mostrou uma espécie de miscelânea de suas músicas, ou seja, tanto do EP lançado recentemente (Singelo EP da Vaquinha) quanto do trabalho anterior (O Disco do saco Bege), aliás, hits como "minha última oferta" podia ser ouvida sendo cantada em coro.
Musicalmente é dificíl conceituar a SomoS , com elementos que lembram Velvet Underground e o trecho incidental de Helter Skelter dos Beatles, "música incidental" talvez seja um bom termo para designar toda a gama de possibilidades mostrada pelos músicos.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Rádio ao Vivo
A Rádio ao vivo, quarta banda da noite, mostrou suas músicas já bem conhecidas do público portovelhense como "Mansão do Arão". Sempre com o discurso imflamado, de seu vocalista Isaac. Segundo o guitarrista, Elton, a Rádio Ao Vivo está numa fase mais madura em suas composições a qual e marcada pelo ausência de pressão de provar algo a quem quer seja, dando mais liberdade ao integrantes para se expressarem como querem, ou seja totalmente "Tô nem ai"!
Kilowatts
A Kilowatts, em sua primeira apresentação no circuito underground, mostrou um Pop Rock certinho e sem muitas firulas. O som lembra o Rock Pop da década de oitenta á la Paralamas do Sucesso, RPM e derivados...
O inexpressívo público presente não correspondeu ao show, provavelmente pelo fato deles terem aberto a noite. Mas a banda seria perfeita para se ouvir sentado em um barzinho tomando cerveja e conversando com os amigos.
Neófytos no Grito Rock PVH
Por Daniel Brandão
A banda Neófytos de Ji-paraná subiu ao palco como terceira banda. Eles começaram mandando um som próprio (condenados pela guerra), bem ao seu estilo. A banda faz um som no estilo Sepultura, oras com pegadas bem peculiares, dando umestilo próprio a banda.Mandaram em seu repertório ainda Astroscopia, musica própria e bem divulgada pela banda através da internet, pelo orkut e youtube. Mandaram também covers de Sepultura(Territory e Roots Bloody Roots). O quarteto mandou bem seu som, com uma boa postura diante do público e sendo correspondido por aqueles que curtem o estilo. Fecharam bem seu show e esperamos que retornem mais vezes á capital.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Novos Rumos
Geralmente o fim de ano trás mudanças, promessas de melhoras e essa coisa toda. A antiga banda “A Fabrica” não quis deixar pra depois e resolveu próximo do fim do ano passado mudar de nome. Direção e estilo. O anuncio do novo nome “Hey Hey Hey!" foi recebido com espanto e ao mesmo tempo divertimento dado o modo como o vocalista, Marcos Fonseca, fez o anuncio durante a apresentação da banda no Festival Beradeiros: "Esse é o nome mais idiota que poderíamos escolher, mas é o que mais tem a ver com a gente e com a nossa nova proposta". Essa nova fase pode ser caracterizada pela sonoridade que se aproxima de power pop e pela mudança de integrantes. Na entrevista abaixo Marcos nos fala do lançamento do EP Pequeno Monstro e mostra que de idiota a Hey Hey Hey! não tem nada...
Bom, a Hey Hey Hey! se chamava Fabrica e me parece que mudou outras coisas junto com o nome, por exemplo, o estilo de som, você acha que essas mudanças são uma evolução, o que aconteceu de fato?
A mudança do nome foi na verdade apenas uma bandeira, uma forma de sinalizar a todos que a banda era outra, que o som que fazíamos agora, não era o mesmo. De cara, o som ficou a nossa cara. Mais pesado, mais rock do que as últimas coisas que vínhamos fazendo... Por exemplo, Supergrass, Super furry Animals, Pato Fu e por ai vai...
E na verdade, nossas influências não mudaram tanto. O que fizemos foi acrescentar mais peso com o baixo distorcido, com uma bateria mais firme, mais variações de efeitos com os pedais das guitarras, e o teclado de brinquedo que deu um tom mais divertido para o som da banda.
E sobre os novos membros a colaborou para esse direcionamento diferente?
Bom, a mudança dos membros colaborou parcialmente para isso, na realidade as mudanças já estavam acontecendo. Mais ou menos desde a entrada do Gabriel (baterista), quando a Neila (baixista) entrou as mudanças já estavam meio que previstas.
E sobre o novo EP, você pode dizer como ele ficou e principalmente se vocês conseguiram alcançar à famosa "pegada"? (Em uma matéria publicada na Dynamite no ano passado A ex-banda A Fabrica foi descrita com uma “banda sem pegada”).
O EP, intitulado Pequeno Monstro, que têm umas das músicas com o mesmo nome, é uma gravação, caseira. Mas foi onde, pela primeira vez, tivemos a oportunidade de brincar com as coisas que criamos. Acho que encontramos a nossa forma de tocar, e o resultado é bem interessante para os nossos ouvidos, e espero que seja para mais alguns.
Existem alguns Festivais em vista, nessa semana nos apresentaremos
O CD quem têm participações obscuras do Luiz ex-Made in Marte, que também dá as caras como produtoras neste EP, terá algumas brincadeiras barulhentas. Espero que ninguém se assuste.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Entrevista Coveiros

Aqui! Aqui mesmo, iniciaremos uma série de entrevistas e matérias sobre as principais bandas de Porto Velho e sobre a cena independente do País.
E começamos bem, sim, com o vocalista da Coveiros, Giovanni Marini, soltando o verbo e falando sobre o novo Disco e sobre os caminhos obscuros da banda.
Como vai coveiro?
Estou muito bem, aliás, estamos muito bem!!
Fale sobre a banda e sobre o tão aguardado Álbum da Coveiros? Qual o nome? Possui quantas faixas?
Bom, acho válido comentar que desde a fundação da banda em meados de julho de 2000, buscamos compor e tocar nossas próprias músicas, fato este, que deu certa visibilidade à banda. Ao final de 2001 lançamos um demo tape com Sete faixas, essa foi nossa primeira “gravação”, e como tudo que começa sem estrutura e planejamento, ficamos frustrados com o resultado final, pois a gravação ficou com uma qualidade péssima, porém esta iniciativa de alçar novos rumos acabou dando resultado, a demo foi distribuída gratuitamente durante nossos shows, e logo obtivemos os resultados, como exemplo cito a famigerada música BUNDA PELUDA que virou hit entre a galera que freqüentava a oficina do rock. Em 2003 lançamos nossa segunda demo tape que continha 11 faixas, desta vez batizamos o trabalho de MASSACRE NUNCA MAIS, mais uma vez distribuímos gratuitamente durantes os shows, a gravação havia melhorado significativamente, porém ainda não era o que sonhávamos, a repercussão deste trabalho foi bem maior, já éramos reconhecidos na cena underground e havia certo respeito pelo trabalho desenvolvido, esta demo também nos propiciou os primeiros shows em festivais de grande porte tanto
Ao final de 2007 finalmente conseguimos gravar um CD com a qualidade que queríamos, são 14 faixas, o CD não possui nome. Deu pra perceber durante nossa história de gravações que a realização deste objetivo foi buscada por nós durante muito tempo, é por este motivo que estamos extremamente felizes e realizados, o CD custa R$ 5, 00, ou seja, é o preço de custo, pois o principal objetivo da banda agora é divulgar o trabalho.

Vocês gravaram
Gravamos em Porto Velho no Estúdio do Mato cujo proprietário (DIRCEU) deu um grande suporte a banda, tanto facilitando a forma de pagamento como auxiliando na equalização das faixas.
E a distribuição do Cd, será feita por algum selo?
A principio não temos nada fechado, no momento atual à distribuição é feita de forma independente, mas vamos buscar parcerias, é só uma questão de tempo mesmo.
A Coveiros tem cerca de seis anos de estrada, vocês já viram diversas bandas desaparecerem, o que leva vocês a seguir?
Ótima pergunta, em primeiro lugar a amizade que existe entre os membros da COVEIROS, não me lembro de uma única vez que nosso ensaio não foi divertido, é um casamento que definitivamente deu certo, levamos tudo a sério é óbvio, porém o bom humor é algo que não precisa ser incitado em nossa convivência. Outra coisa que acho importantíssimo na COVEIROS é nosso ritmo de composição, nunca paramos, todo show fazemos algo novo, seja uma música nova, seja um cover novo, seja um arranjo novo, ou seja, estamos sempre em construção e buscando os tijolos para a tal construção.
Sendo de uma grande banda e grandes articuladores, vocês sempre estão próximos do que acontece na cena, em sua opinião quais são as boas bandas de Porto Velho?
Ai você quer saber demais hehehehehe. Acho que Porto Velho é a cena mais ácida do norte do Brasil, são bandas de vários estilos com uma qualidade nivelada com as bandas que tocam nos Festivais ‘Mainstream’ pelo Brasil afora. Acho que todas as bandas envolvidas no Projeto Beradeiros tem esse espírito ácido, é óbvio que algumas precisam de mais palco, mas no geral estamos no caminho certo, ao contrário de outras cenas que segmentam tudo que fazem.
Em
Sem dúvida alguma, em 2008 queremos tocar no Beradeiros que é nossa casa, queremos tocar no Casarão que será gigante, no Madeira que é clássico, no Calango que é um festival de respeito na cena, Varadouro que sempre abriu as portas para a COVEIROS e principalmente GOIANIA NOISE pela cena HARDCORE que existe em Goiânia, enfim onde pintar show tocaremos.
Um grande abraço coveiro e que dê tudo certo para vocês este ano. Até mais.
Abraços, e qualquer coisa grita, que eu grito também.
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